A excomunhão dos médicos que auxiliaram na interrupção da gravidez da menina de 9 anos está sendo discutida por toda a sociedade. Recentemente o presidente Lula também se pronunciou sobre o caso. Ele disse:

"Não é possível permitir que uma menina estuprada por um padrasto tenha esse filho, até porque a menina corria risco", disse Lula a jornalistas durante evento em Vitória, no Espírito Santo. "Eu acho que, neste aspecto, a medicina está mais correta que a Igreja", afirmou.