
A matéria é da revista "Isto é dinheiro"
À margem do Rio Negro, há um Aristóteles Onassis com ar caboclo e olhos puxados de índio Manaó. Seu nome é Adalberto Azevedo e seu primeiro emprego, conseguido aos 14 anos, foi de faxineiro. Ainda adolescente, Adalberto viajou de Coari, município ribeirinho onde nasceu, a Manaus montado num “gaiola”, a tradicional embarcação amazônica. Ao chegar à capital, ele logo arranjou ocupação numa indústria naval chamada Estaleiro do Rio Negro e, jeitoso, demonstrou habilidades não só para lavar como também para reformar os barcos. Aos poucos, Adalberto ganhou a confiança dos armadores e dos milionários da região amazônica, donos de iates, até que, em 1998, alçou vôo solo. Clonou o nome da empresa do antigo patrão e criou o Estaleiro do Rio Amazonas. Hoje, ele é o maior construtor de navios da região Norte. Tem 13 petroleiros encomendados, está produzindo barcaças de grãos para os gigantes da soja e tem uma carteira de contratos de R$ 250 milhões, que também inclui obras de engenharia, como o Porto de Parintins. “É tanto trabalho que já não consigo tempo nem para pescar”, entusiasma-se. Adalberto, que comanda 450 funcionários, entre operários e engenheiros, anima-se com os grandes contratos e também com a promessa de que o governo crie um programa para subsidiar a substituição dos gaiolas, feitos em madeira, por embarcações mais modernas e seguras. “Se isso acontecer, vou ter trabalho garantido por pelo menos mais uns seis anos”
Se vc quiser ler a matéria completa....
http://www.terra.com.br/istoedinheiro/441/economia/reis_amazonia.htm
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