Uma sucessão de ilícitos vai se avolumando na gestão do atual prefeito de Coari Arnaldo Mitouso, pelo que tudo indica um comportamento que relega as leis a um segundo plano por uma opção mesmo.
O NÃO PAGAMENTO DO DÉCIMO-TERCEIRO SALÁRIO. Foi uma opção desobedecer a lei e não pagar o décimo terceiro. Pela lei, até o final do mês de novembro é a última data para o prefeito pagar a primeira parcela do décimo e o final de dezembro, para pagar a segunda parcela. Em novembro Arnaldo era prefeito, com todas as prerrogativas do cargo e não pagou a primeira parcela, e a segunda parcela em dezembro aí que foi pior mesmo.
DESATIVAR OS PROGRAMAS SOCIAIS E NÃO PAGAR OS LÍDERES RURAIS. Tanto os programas sociais, quanto os líderes rurais são programas regidos por leis municipais, aprovadas e previstas no orçamento do município. O prefeito de Coari simplesmente desativou, sem ligar nenhum pouco para a lei que está em vigor e virou as costas para a necessidade destes grupos sociais que havia conquistado estes direitos legalmente.
O NÃO REPASSE INTEGRAL DOS RECURSOS DO PODER LEGISLATIVO. Improbidade da pura. Um atentado contra a Constituição Federal. Uma desobediência que pode ser punida com perda de mandato e só não é porque possui maioria na Câmara Municipal. Por conta da aliança política todos consentem com a irregularidade e calam a boca. O fato foi denunciado pelos vereadores da oposição.
NÃO RESPONDER AOS REQUERIMENTOS DA CÂMARA. Outra irregularidade que afronta a Lei Orgânica do Município de Coari, uma verdadeira humilhação para o poder legislativo. A instituição em si que fica desrespeitada e silenciosa. Calada! Silenciosa... O prazo máximo eram 15 dias para responder e mais 5 dias caso houvesse necessidade e ponto. Ele nunca respondeu um requerimento da Câmara Municipal.
LICITAÇÕES. As montagens das licitações em Coari são uma novela à parte em Coari. Empresas que ganham licitações milionárias que não possuíam condições materiais para ter uma máquina pesada e ganham um contrato no valor de 14 milhões de reais. Empresa que ganha contrato no valor de 9 milhões para aluguel de embarcações e os catraeiros ficam até 2 meses sem receber. E a lista dos contratos de milhões vão se afunilando.
Estes são exemplos escandalosos de um prefeito que vira a costa para as leis de forma proposital. Mau exemplo para quem acredita nas instituições e que ver nestas afrontas uma demonstração de que para muitos a impunidade reforça a injustiça.
O NÃO REPASSE INTEGRAL DOS RECURSOS DO PODER LEGISLATIVO. Improbidade da pura. Um atentado contra a Constituição Federal. Uma desobediência que pode ser punida com perda de mandato e só não é porque possui maioria na Câmara Municipal. Por conta da aliança política todos consentem com a irregularidade e calam a boca. O fato foi denunciado pelos vereadores da oposição.
NÃO RESPONDER AOS REQUERIMENTOS DA CÂMARA. Outra irregularidade que afronta a Lei Orgânica do Município de Coari, uma verdadeira humilhação para o poder legislativo. A instituição em si que fica desrespeitada e silenciosa. Calada! Silenciosa... O prazo máximo eram 15 dias para responder e mais 5 dias caso houvesse necessidade e ponto. Ele nunca respondeu um requerimento da Câmara Municipal.
LICITAÇÕES. As montagens das licitações em Coari são uma novela à parte em Coari. Empresas que ganham licitações milionárias que não possuíam condições materiais para ter uma máquina pesada e ganham um contrato no valor de 14 milhões de reais. Empresa que ganha contrato no valor de 9 milhões para aluguel de embarcações e os catraeiros ficam até 2 meses sem receber. E a lista dos contratos de milhões vão se afunilando.
Estes são exemplos escandalosos de um prefeito que vira a costa para as leis de forma proposital. Mau exemplo para quem acredita nas instituições e que ver nestas afrontas uma demonstração de que para muitos a impunidade reforça a injustiça.