Definitivamente, tanto o prefeito Arnaldo Mitouso, quanto sua equipe de secretários continuam perdidos naquilo que eles mais criticavam ferozmente: o atraso do pagamento dos funcionários públicos municipais. Criticavam, mas não conseguiram melhorar o mínimo possível, pois já vamos para o quinto dia útil de março e até agora, nada do pagamento de fevereiro.
A sombra do governo anterior está mais distante da gestão de Arnaldo, ele já está indo para o quinto mês e agora o que há em matéria de gestão pública municipal em Coari é a cara do atual governo. A população já não aceita desculpas relacionadas ao governo anterior, até porque os recursos estão entrando normalmente nos cofres da prefeitura.
CALOTE
A dificuldade de Arnaldo em matéria de pagamento de funcionários está sendo mais amplificada, até porque havendo entrado recurso suficiente na última quinzena de outubro ele preferiu utilizar os recursos para outros fins e não efetuou o pagamento da folha que já estava atrasada mas já havia sido paga cerca de mais de 50% pela administração que saíra do poder (LEIA AQUI SOBRE O ASSUNTO).
Além disto, os funcionários de cargo comissionados que trabalharam os 19 dias de outubro foram demitidos e até agora não receberam os dias trabalhados, um calote que fere brutalmente a ética profissional. É de conhecimento geral que, quem está em cargo comissionado não tem vínculo empregatício, mas seria ético pagar os dias trabalhados pois digno é o trabalhador de seu salário.
Por último o décimo terceiro não foi pago, talvez este seja o maior calote da administração de Arnaldo, pois todo o dever de pagar o décimo estava com. Segundo a lei, até novembro o patrão deve pagar a primeira parcela do décimo (em novembro de 2009 Arnaldo estava em pleno exercício de seu mandato) e até 31 de dezembro o patrão deve pagar a segunda parcela (o que também não foi feito por Arnaldo, que inclusive disse que não faria a Festa do Gás Natural porque iria pagar o décimo). Arnaldo era o único e exclusivo responsável pelo pagamento do décimo terceiro e não o fez.
O mais gritante de tudo, é que a medida adotada pelo ex-prefeito Rodrigo Alves da Costa para pagar parcelado em quatro vezes o décimo que não foi pago por Adail foi extremamente criticada por Arnaldo e seu grupo político. Pior do que pagar parcelado é dar calote e não pagar nenhum tostão furado, surrupiando o direito do funcionário público municipal. Lamentavelmente esta é a realidade.
Além disto, os funcionários de cargo comissionados que trabalharam os 19 dias de outubro foram demitidos e até agora não receberam os dias trabalhados, um calote que fere brutalmente a ética profissional. É de conhecimento geral que, quem está em cargo comissionado não tem vínculo empregatício, mas seria ético pagar os dias trabalhados pois digno é o trabalhador de seu salário.
Por último o décimo terceiro não foi pago, talvez este seja o maior calote da administração de Arnaldo, pois todo o dever de pagar o décimo estava com. Segundo a lei, até novembro o patrão deve pagar a primeira parcela do décimo (em novembro de 2009 Arnaldo estava em pleno exercício de seu mandato) e até 31 de dezembro o patrão deve pagar a segunda parcela (o que também não foi feito por Arnaldo, que inclusive disse que não faria a Festa do Gás Natural porque iria pagar o décimo). Arnaldo era o único e exclusivo responsável pelo pagamento do décimo terceiro e não o fez.
O mais gritante de tudo, é que a medida adotada pelo ex-prefeito Rodrigo Alves da Costa para pagar parcelado em quatro vezes o décimo que não foi pago por Adail foi extremamente criticada por Arnaldo e seu grupo político. Pior do que pagar parcelado é dar calote e não pagar nenhum tostão furado, surrupiando o direito do funcionário público municipal. Lamentavelmente esta é a realidade.