O antes e o depois de um importante político do Estado do Amazonas
Uma foto e um texto publicado hoje no Blog do Holanda fala muito sozinha. A foto mostra duas fazes de um político amazonense: César Bonfim. No passado, presidente da Câmara... No presente: a foto diz tudo. Aí parece residir a diferença que há entre poder e pessoas. O poder passa, as pessoas não.
O quero dizer é que nada é mais importante que o ser humano. Nada mesmo. O mundo fala dessa transitoriedade. Tudo passa, o próprio ciclo da natureza é assim: nascemos, crescemos e morremos. Não que isto nos impeça de lutarmos por nossos ideais e conseguirmos alcançá-los. Não se trata disto. O problema é exatamente saber diferenciar o poder, das pessoas. Principalmente o poder público. A palavra público diz tudo: algo que não é de propriedade exclusiva, mas que é do todo.
Em um mundo competitivo, onde cada pretende estabelecer seu ponto de vista como verdadeiro, defendendo suas idéias com a paixão própria do ser, é preciso saber separar as coisas. O poder passa, as pessoas não. Entre atacar pessoas e atacar idéias é melhor atacar idéias, porque isto sempre fez parte da construção cultural e histórica da humanidade. Quando a humanidade passou a racionalizar os diferentes ideais defendido pelos diversos segmentos históricos desde que a civilização é civilização é que avançamos como projeto de humanidade. Quando atacamos as pessoas, nos diminuímos. Defender idéias faz parte da discussão dialética da vida, agredir pessoas faz parte da barbárie humana, do homem como lobo do homem.
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