O Jornal Diário do Amazonas, na edição deste domingo trouxe uma matéria com a manchete: "DIVERGÊNCIAS NO TRE GERAM INSTABILIDADE NOS MUNICÍPIOS". É uma matéria interessante, até porque mostra como os municípios estão ao mercê das decisões do judiciário amazonense, que hora concede razão a um e pouco depois tira a razão e dá a outra. Na verdade, a única razão é a do caos administrativo que os municípios (leia-se municípes)vem sofrendo... Se há alguma razão nisto.
Em um determinado trecho da matéria, o jornal diz: "Coari foi um dos mais afetados pela alternância de decisões judiciais"... E na verdade, o jornalista que escreveu esta matéria, ainda que o quisesse não teria noção da dimessão deste prejuízo. O coariense que aqui vive, este sim o sabe muito bem. Desde o bloqueio das contas públicas pelo judiciário, passando pela animosidade de uma eleição que deixou concidadãos em pé-de-guerra, atrasos de pagamentos em geral por conta da intervenção branca no município até a posse da nova administração com demissões e atrasos de pagamentos, quem vem sofrendo é realmente o cidadão que aqui vive.
E a declaração mais esdrúxula que li na matéria foi a do Procurador Regional Eleitoral Edmilson Barreiros que disse ao jornal: "Qualquer jurista vai dizer que o mais razoável é manter o mandato do candidato eleito até a sentença final, mas não é isso que ocorre na prática". Isso apenas demostra uma coisa que muitas pessoas pensam sobre as decisões que mudam de quando em quando da justiça do Amazonas: falta bom senso.
A novela de Coari não acabou com a aleição de Arnaldo. Todo mundo sabe que o capítulo final ainda está para acontecer com o julgamento do mérito do cassação do ex-prefeito Rodrigo Alves. Quando isto acontecer, definitivamente se a decissão for negativa para Rodrigo é que o final terá chegado. Mas se for favorável, Rodrigo Alves voltará ao status quo ante, ou seja, nada terá tido valor legal: nem cassação, nem eleição suplementar, nem diplomação, nem posse. O que valerá será o resultado da eleição de 2008.
É uma decissão que está nas mãos e na capacidade de julgar dos ministros do Superior Tribunal Eleitoral que não julgarão as pessoas e sim os fatos, sem precipitação. Vale lembrar, quem em caso semelheante recentemente o mandato foi restabelecido ao governador de Roraima, caso verossímel com o de Rodrigo Alves.
Enquanto isto, de forma precipitada, Coari foi jogada no olho do furacão, tendo lavado as mãos à respeito do município e de seu povo muitas das grandes autoridades do Estado. O caos continua. Se falava em mudanças logo e não vieram. Depois foi dito que em janeiro melhoraria. Agora já se ouve falar em julho. Quer dizer, o prazo para o município voltar à normalidade é desconhecido. Tudo fruto de uma precipitação sem precedentes na história do Amazonas.
Em um determinado trecho da matéria, o jornal diz: "Coari foi um dos mais afetados pela alternância de decisões judiciais"... E na verdade, o jornalista que escreveu esta matéria, ainda que o quisesse não teria noção da dimessão deste prejuízo. O coariense que aqui vive, este sim o sabe muito bem. Desde o bloqueio das contas públicas pelo judiciário, passando pela animosidade de uma eleição que deixou concidadãos em pé-de-guerra, atrasos de pagamentos em geral por conta da intervenção branca no município até a posse da nova administração com demissões e atrasos de pagamentos, quem vem sofrendo é realmente o cidadão que aqui vive.
E a declaração mais esdrúxula que li na matéria foi a do Procurador Regional Eleitoral Edmilson Barreiros que disse ao jornal: "Qualquer jurista vai dizer que o mais razoável é manter o mandato do candidato eleito até a sentença final, mas não é isso que ocorre na prática". Isso apenas demostra uma coisa que muitas pessoas pensam sobre as decisões que mudam de quando em quando da justiça do Amazonas: falta bom senso.
A novela de Coari não acabou com a aleição de Arnaldo. Todo mundo sabe que o capítulo final ainda está para acontecer com o julgamento do mérito do cassação do ex-prefeito Rodrigo Alves. Quando isto acontecer, definitivamente se a decissão for negativa para Rodrigo é que o final terá chegado. Mas se for favorável, Rodrigo Alves voltará ao status quo ante, ou seja, nada terá tido valor legal: nem cassação, nem eleição suplementar, nem diplomação, nem posse. O que valerá será o resultado da eleição de 2008.
É uma decissão que está nas mãos e na capacidade de julgar dos ministros do Superior Tribunal Eleitoral que não julgarão as pessoas e sim os fatos, sem precipitação. Vale lembrar, quem em caso semelheante recentemente o mandato foi restabelecido ao governador de Roraima, caso verossímel com o de Rodrigo Alves.
Enquanto isto, de forma precipitada, Coari foi jogada no olho do furacão, tendo lavado as mãos à respeito do município e de seu povo muitas das grandes autoridades do Estado. O caos continua. Se falava em mudanças logo e não vieram. Depois foi dito que em janeiro melhoraria. Agora já se ouve falar em julho. Quer dizer, o prazo para o município voltar à normalidade é desconhecido. Tudo fruto de uma precipitação sem precedentes na história do Amazonas.
