O CNJ levata uma questão: a dependência do Poder Judiciário às prefeituras para funcionarem. Aqui em Coari a maioria dos funcionários que trabalham no Forúm são cedidos pela prefeitura, diga-se de passagem: funcionáios contratados e efetivos. A dependência realmente existe e é uma prática antiga.  Até onde isto é reprovável ou não fica por conta de quem conhece o aspecto legal ou da opinião pública que pode se manifestar sobre isto.  


O Jornal A Critica trouxe o lado de pessoas envolvidas com procedimentos de dependência entre poderes: O advogado Lino Chíxaro, que atua na defesa da juíza Ana Paula Braga, em processo administrativo-disciplinar aberto pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), disse que os juízes lotados no interior são dependentes da ajuda das prefeituras desses lugares.

A presidência da justiça no Amazonas confirmou: “Em comarcas distantes, que não tem voos regulares, uma vez por mês o município dispõe de passagem, ida e volta, que é para o juiz tratar dos interesses da comarca e interesses particulares, afirmou Chalub.