Uma atitude do Tribunal de Justiça do Estado gerou polêmica e repercutiu e parece que vai dar muito pano para a manga, a partir de segunda-feira. O provimento baixado pela corregedora do Tribunal de Justiça do Amazonas, Maria do Socorro Guedes, impede que, mesmo provocado pelo Ministério Público, o juiz Mauro Antony decida que a permanência de Wallace Souza em um batalhão da PM constitui privilégio, e que o ex-parlamentar, preso por associação ao tráfico e outros crimes, deve ser transferido para a Delegacia Geral. Wallace só deixará a o Batalhão de Choque, onde se encontra no mesmo alojamento do filho, Rafael Souza, se o juiz Carlos Valois, da Vara de Execuções Penais, assim entender. Alguns juízes estão estudando contestar a medida, que consideram uma interferência do tribunal em suas prerrogativas. Os promotores que compõem a Força Tarefa estão ingressando nesta terça-feira com representação no Conselho Nacional de Justiça contra a desembargadora Socorro Guedes.





CONTRADIÇÕES


Esta semana o promotor de Coari deu entrada na petição requerendo a transferência do Adail para um presídio federal.  Valois não foi ouvido e nem será ouvido no caso do Adail. O provimento só contempla os presos provisórios entre os estabelecimentos penais da capital. No caso Adail está preso por uma decisão que não é da capital e sim do interior.