Placa da igreja foi removida sem comunicação oficial.
O motivo alegado para a remoção do painel da igreja
seria a necessidade de colocar no local um outro painel do governo.
No entanto, em menos de 300 metros há dois painéis do governo 
conforme mostrado na  mesma foto.


Estava resoluto a esperar as ações do novo governo antes de escrever qualquer crítica, uma vez que é necessário dar um tempo para ver o que será feito, no entanto, é com desprazer que trago uma denúncia que realmente deixa qualquer um estupefato. O governo que prometia ser da liberdade e do respeito às instituições começa a mostra exatamente o contrário. E a primeira instituição a ser escolhida foi a Igreja Assembléia de Deus. Esperava publica este post com uma ação de governo que marcasse o início da nova gestão mas infelizmente tenho que informar o contrário.

A denúncia partiu por um membro ligado a Igreja que recebeu um recado do filho de uma importante autoridade do novo governo municipal de que todas as placas com propaganda da igreja que estão espalhadas pela cidade seriam sumariamente removidas, sem motivo ou ocorrência claras. Ocorre que os painéis estão instalados em propriedade particular e as demais estavam espalhadas em outros locais com devida autorização. Ao ser comunicado do fato através de uma comissão o pastor da igreja entrou em contato com os proprietários dos terrenos que informaram não ter interesse na remoção dos painéis e que garantiram que não seriam removidas e até pela manhã a ameaça não havia sido concretizada.

Agora a tarde, por volta das 15:00 horas a direção da igreja foi comunicada por membros da mesma que a placa que estava localizada na estrada do contorno em uma propriedade particular havia sido jogada ao chão e removida sem a autorização do proprietário do terreno e sem comunicação prévia a instituição religiosa, um ato de arbitrariedade e de radicalismo. Ao ser consultado sobre o assunto o líder da igreja em Coari informou que vai aguardar que mais fatos semelhantes ocorram nos outros painéis e então vai acionar os responsáveis na justiça e denunciar a perseguição às autoridades do Estado.