A onda de terrorismo, coação e distúrbios que varreu a madrugada e a manhã de ontem repercutiu mal em toda a imprensa do Estado. O que para muitas pessoas era um alarde deste blog foi confirmado pelas agências de comunicação que já se encontram trabalhando em Coari. A coariense e correspondente da TV Amazonas em Coari, Magali mostrou como quase a delegacia da polícia militar foi invadida.
O jornal A Critica também repercutiu os fatos, com a manchete CLIMA DE GUERRA EM COARI. Segundo o jornal "Cabos eleitorais de Mitouso, que faziam ronda na cidade fiscalizando os movimentos dos adversários, abordaram uma pessoa, ligada a Vicente, que dirigia um carro no interior do qual havia uma mala colocada sob suspeita de transportar dinheiro para eleitores. Foi necessária a intervenção da Política Militar para evitar agressões de lado a lado. O veículo passou por vistoria acompanhada por advogados de ambos os lados. Ninguém foi preso. Não foi encontrado dinheiro. Na mala só havia roupas. Foi encontrado também no interior do veículo duas cápsulas calibre 12 e um carregador de uma pistola PT 100 de propriedade de um policial militar” disse o delegado.
O jornal narra ainda que às 2h, Manuel Vicente procurou a delegacia de polícia para denunciar que havia sido vítima de tentativa de homicídio. De acordo com o delegado, o candidato teve que sair do posto policial pelos fundos por conta da multidão que ainda permanecia no local.
Uma das advogadas de Vicente, Adriana Alfaia, disse que ele estava em uma reunião com moradores do Bairro Ciganopolis quando um grupo de cabos eleitorais de Mitouso chegou ao local. “Um deles simulava que estava armado. Chegaram outros carros. E o Vicente teve que se esconder em um comércio”, contou a advogada.
O jornal narra ainda que às 2h, Manuel Vicente procurou a delegacia de polícia para denunciar que havia sido vítima de tentativa de homicídio. De acordo com o delegado, o candidato teve que sair do posto policial pelos fundos por conta da multidão que ainda permanecia no local.
Uma das advogadas de Vicente, Adriana Alfaia, disse que ele estava em uma reunião com moradores do Bairro Ciganopolis quando um grupo de cabos eleitorais de Mitouso chegou ao local. “Um deles simulava que estava armado. Chegaram outros carros. E o Vicente teve que se esconder em um comércio”, contou a advogada.
O jornal Diário do Amazonas destacou que "os candidatos estão fazendo fiscalização por conta própria, tomando atitudes radicais e de polícia".
Fato é que houve muita confusão durante todo o dia. Notícias chegaram de todos os lados, pessoas tentaram invadir a casa do vereador Clemilton, bando armado tentou evitar o acesso de vereadores e candidatos nos bairros Liberdade e Invasão do Rochinha. Após o comício os moradores do Pêra foram intimidados ao entrarem no bairro e para os moradores do bairro da liberdade retornarem para as suas residências foi necessária a escolta da polícia.
Fato é que houve muita confusão durante todo o dia. Notícias chegaram de todos os lados, pessoas tentaram invadir a casa do vereador Clemilton, bando armado tentou evitar o acesso de vereadores e candidatos nos bairros Liberdade e Invasão do Rochinha. Após o comício os moradores do Pêra foram intimidados ao entrarem no bairro e para os moradores do bairro da liberdade retornarem para as suas residências foi necessária a escolta da polícia.
O resultado dessa onda de agressão já era esperado, a população passa a comentar os fatos e a rejeição a este tipo de atitude fica bem evidente. Só quem perde com isso é quem promove a bagunça. Sem dúvida, fiscalizar e denunciar abusos é importante para manter a transparência do processo eleitoral, mas fiscalizar não significa aterrorizar. Quando as denúncias são consistentes a polícia federal que está atuando com isonomia, apura, constata e apreende. Quando não, as denúncias vazias geram muita confusão e nenhum resultado.