Não vá com muita sede ao pote porque pode quebrá-lo diz o adágio popular. Pois é, esta tão desejada entrada pelas portas da prefeitura de Coari parece ser um pote que pode ser quebrado pela vontade descontrolada de fazer campanha política antes do tempo.
Antes da liberação para a campanha já houve até passeata com bandeiras com CPF/CNPJ e tudo, bandeira em taboca e muitas outras irregularidades que são compreensíveis a partir do ponto de vista da vontade de fazer política, de tentar buscar uma vitória que não houve anteriormente e o vislumbrar da possibilidade de reaver uma vitória que é tão desejada pode ser realmente compreensível. No entanto, a justiça é cega, e o abuso econômico tão denunciado e combatido é praticado a olhos vistos, também é vista por ela.
Não é possível concertar o que está errado, com outro erro. Mesmo que na política, segundo Maquiavel, os fins justificam os meios, em um estado de direito os meios ilícitos são combatidos, ou pelo menos, devem ser combatidos com o rigor da lei. Ir com muita sede pode quebrar o pote, a não ser que o senso da impunidade esteja prevalecendo, o que certamente não está.
A partir de hoje, sim, é permitido fazer a propaganda política. Mesmo os nomes dos candidatos não estando deferidos pelo juiz eleitoral e o período de impugnação não estando aberto, quem quiser expressar a propaganda de seu candidato já pode, desde que justifique a origem do gasto para tal. Quando e de que forma o juiz vai proceder o deferimento dos nomes dos candidatos ainda não se sabe, aguarda-se a chegada do magistrado em Coari para que definitivamente as eleições suplementares tomem rumos certos.
Antes da liberação para a campanha já houve até passeata com bandeiras com CPF/CNPJ e tudo, bandeira em taboca e muitas outras irregularidades que são compreensíveis a partir do ponto de vista da vontade de fazer política, de tentar buscar uma vitória que não houve anteriormente e o vislumbrar da possibilidade de reaver uma vitória que é tão desejada pode ser realmente compreensível. No entanto, a justiça é cega, e o abuso econômico tão denunciado e combatido é praticado a olhos vistos, também é vista por ela.
Não é possível concertar o que está errado, com outro erro. Mesmo que na política, segundo Maquiavel, os fins justificam os meios, em um estado de direito os meios ilícitos são combatidos, ou pelo menos, devem ser combatidos com o rigor da lei. Ir com muita sede pode quebrar o pote, a não ser que o senso da impunidade esteja prevalecendo, o que certamente não está.
A partir de hoje, sim, é permitido fazer a propaganda política. Mesmo os nomes dos candidatos não estando deferidos pelo juiz eleitoral e o período de impugnação não estando aberto, quem quiser expressar a propaganda de seu candidato já pode, desde que justifique a origem do gasto para tal. Quando e de que forma o juiz vai proceder o deferimento dos nomes dos candidatos ainda não se sabe, aguarda-se a chegada do magistrado em Coari para que definitivamente as eleições suplementares tomem rumos certos.