Não é só o município Coari que sofre com o tapetão jurídico em funçãos das disputas jurídicas pós eleição. Em TEFÉ aos poucos o retrato de um municipio que sente as consequências institucionais por ter um prefeito cassado e por consequentemente afluirem daí todo o tipo de disputa. O sim & não do Jornal ACritica traz a informação de que a Câmara Municipal de Tefé resolveu fechar as portas ontem por tempo indeterminado. O presidente da Casa, Juvenal Corrêa, alega falta de repasse de verba por parte do Executivo.
No município de Manicoré o clima parece ser de violência, segundo o Jornal ACritica "Um dia depois do prefeito licenciado de Manicoré, Manoel Galdino (DEM), ter criticado o grupo político ligado ao prefeito cassado Emerson Pedraça (PMDB), em entrevista ao programa Ponto Crítico, a retransmissora da TV A Crítica no município foi alvo de um atentado. Na madrugada de quinta-feira, três coqueteis molotov (garrafas pet cheias de gasolina) foram atirados no prédio da retransmissora. As bombas incendiárias danificaram o banheiro da estação. O vigia Adriano Coutinho, que estava no local, chegou a tempo de apagar o fogo que se alastrava pelo forro do compartimento". O clima acirrado das disputas política eleva os ânimos e muitas vezes os atos desbancam para violência.
O município de Coari que está também com o seu prefeito cassado, sofre com os bloqueios das contas pública que está levando o atendimento público à beira da calamidade. Na verdade, uma verdadeira intervenção branca está acontecendo em Coari, imperrando o bom andamento de Coari por conta da decisão da desembargadora Maria das Graças de ter determinado que somente o TRE no Amazonas deve autorizar repasses para o município sob prévio comunicado. Já vai para uma semana a última solicitação do prefeito em exercício e nada de respota do judiciário eleitoral. Enquanto isso, dia-a-dia os problemas vão se acumulando.