Suplentes voltam para o ‘paredão’
José Cruz / ABr
Brasília (Agências) - As denúncias de corrupção envolvendo o filho e primeiro suplente do ministro Edson Lobão (PMDB - MA), Edson Lobão Filho (MA), além da questão ética, ressuscitaram no Congresso o debate sobre a necessidade de eleição também para os reservas de senadores, proposta que se arrasta há uma década. Do time de 81 senadores, quase 20% do plenário 15 senadores alcançaram o paradisíaco salão azul do Congresso com a responsabilidade de decidir o futuro do País sem terem tido um voto sequer. Só para se ter uma idéia, cinco suplentes votaram contra a CPMF e foram decisivos no resultado da votação mais importante de 2007. São tão biônicos quanto àqueles criados pelo pacote de Abril da ditadura militar criticou o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Brito. Pela lei, um candidato a senador só é registrado com dois suplentes que assumem em caso de impedimento definitivo ou temporário do titular mesmo sem serem votados. Há suplentes já efetivados no cargo porque o titular renunciou ou faleceu e há aqueles que são provisórios em função do afastamento temporário do dono da camisa como os suplentes de ministros. Normalmente os suplentes são parentes ou financiadores de campanha. Os recordes de reservas no time principal estão no Distrito Federal e no Pará onde dois senadores de um total de três por Estado estão no exercício do mandato. Menos aventurados são os senadores que ocupam temporariamente o mandato. Eles são substitutos eventuais que perdem o emprego a qualquer tempo. Entre eles está o amazonense João Pedro (PT), que ocupa a vaga do ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento (PR).
José Cruz / ABr
Brasília (Agências) - As denúncias de corrupção envolvendo o filho e primeiro suplente do ministro Edson Lobão (PMDB - MA), Edson Lobão Filho (MA), além da questão ética, ressuscitaram no Congresso o debate sobre a necessidade de eleição também para os reservas de senadores, proposta que se arrasta há uma década. Do time de 81 senadores, quase 20% do plenário 15 senadores alcançaram o paradisíaco salão azul do Congresso com a responsabilidade de decidir o futuro do País sem terem tido um voto sequer. Só para se ter uma idéia, cinco suplentes votaram contra a CPMF e foram decisivos no resultado da votação mais importante de 2007. São tão biônicos quanto àqueles criados pelo pacote de Abril da ditadura militar criticou o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Brito. Pela lei, um candidato a senador só é registrado com dois suplentes que assumem em caso de impedimento definitivo ou temporário do titular mesmo sem serem votados. Há suplentes já efetivados no cargo porque o titular renunciou ou faleceu e há aqueles que são provisórios em função do afastamento temporário do dono da camisa como os suplentes de ministros. Normalmente os suplentes são parentes ou financiadores de campanha. Os recordes de reservas no time principal estão no Distrito Federal e no Pará onde dois senadores de um total de três por Estado estão no exercício do mandato. Menos aventurados são os senadores que ocupam temporariamente o mandato. Eles são substitutos eventuais que perdem o emprego a qualquer tempo. Entre eles está o amazonense João Pedro (PT), que ocupa a vaga do ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento (PR).